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Conflito em Gaza: mais de 30.000 vidas perdidas desde outubro de 2023

Devastação humanitária e pressões internacionais marcam os confrontos entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza


Desde outubro de 2023, mais de 30.000 vidas foram perdidas na Faixa de Gaza devido aos confrontos entre Israel e o Hamas, informou o ministério da saúde palestino nesta quinta-feira. Esta devastadora cifra destaca a prolongada agonia enfrentada pelos palestinos, marcada por bombardeios e incursões terrestres israelenses que resultaram no deslocamento da maioria da população e em uma crise humanitária sem precedentes.

Apesar das crescentes pressões internacionais por um cessar-fogo, a campanha de Israel em Gaza conta com o apoio dos Estados Unidos, seu principal aliado e fornecedor de ajuda militar. Embora tenha sido proposto um "cessar-fogo temporário" nas Nações Unidas, os apelos por uma interrupção imediata do conflito foram vetados pelos EUA.

O número de vítimas ressalta o temor por mais sofrimento em Rafah, cidade fronteiriça ao sul de Gaza, onde mais de 1 milhão de pessoas vivem em condições precárias e onde se espera uma nova ofensiva israelense.

O Ministério da Saúde de Gaza não diferencia entre civis e combatentes, mas relata que cerca de 70% das vítimas são mulheres e crianças. No entanto, devido à falta de acesso da mídia internacional à região, os números não puderam ser confirmados de forma independente.

Israel estima que aproximadamente 10.000 combatentes do Hamas foram mortos desde o início dos conflitos em outubro, enquanto mais de 1.200 pessoas em Israel perderam suas vidas nos ataques do Hamas, além de mais de 250 terem sido sequestradas e mantidas como reféns em Gaza.

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