3/30/2024 06:19:00 PM

No sábado, dia 30 de março, uma operação de busca e resgate liderada pelo Corpo de Bombeiros de São Paulo chegou a um desfecho trágico com a confirmação do falecimento do piloto de um avião de pequeno porte que havia caído na região da Serra do Japi, em Jundiaí (SP). Os destroços da aeronave foram encontrados na tarde daquele sábado, e infelizmente, a vítima foi encontrada sem vida, conforme comunicado emitido pelo órgão em suas redes sociais.
O piloto foi identificado como Ângelo Chaves Pucci, de 44 anos, e era comandante da aeronave pertencente à empresa HKTC. A companhia, por sua vez, emitiu uma nota expressando profundo pesar pela perda de um profissional exemplar, descrito como responsável, comprometido e apaixonado pela aviação.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo divulgou que o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos necessários, enquanto a perícia trabalhará em conjunto com a Polícia Civil para investigar as circunstâncias do acidente.
O avião, identificado pela matrícula PT-WLP, desapareceu na última quinta-feira, dia 28 de março, durante um voo que partiu de Jundiaí com destino ao Aeroporto do Campo de Marte, localizado na zona norte da cidade de São Paulo. A aeronave decolou com o piloto como único ocupante e, de acordo com informações preliminares, teria tentado retornar a Jundiaí devido a condições adversas de pouso.
No dia anterior ao trágico desfecho, investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-IV) já haviam localizado os destroços da aeronave. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) está conduzindo as investigações para determinar as causas do acidente.
O avião, registrado como propriedade da HKTC do Brasil, estava em situação regular, conforme constatado pelo Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Fabricado em 1995 pela Piper Aircraft, o bimotor tinha capacidade para transportar até cinco passageiros e estava autorizado apenas para serviços aéreos privados.
Em suas redes sociais, a HKTC do Brasil lamentou profundamente o ocorrido, destacando a regularidade e as boas condições da aeronave, além de enaltecer a experiência e o profissionalismo do piloto que, no momento do acidente, realizava o traslado da aeronave.
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