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Previsão alarmante: temporada de furacões de 2024 no Atlântico pode ser altamente destrutiva

Universidade Estadual do Colorado adverte para cinco grandes furacões e riscos elevados para comunidades costeiras e indústrias de energia


Previsão da Universidade Estadual do Colorado (CSU) aponta para uma temporada de furacões extremamente ativa no Atlântico em 2024, devido às altas temperaturas da superfície do mar e à diminuição dos ventos que dispersam as tempestades durante o verão e outono no hemisfério norte. Segundo os meteorologistas da CSU, espera-se a formação de cinco grandes furacões, com ventos acima de 178 km/h, dos 11 furacões previstos em um total de 23 tempestades nomeadas.

Essas previsões têm grande impacto nas comunidades costeiras e nas empresas de energia, especialmente no Golfo do México, responsável por uma parcela significativa da produção de petróleo e gás natural dos EUA, além de abrigar quase metade da capacidade de refino do país. A CSU alerta para a probabilidade acima da média de grandes furacões atingirem a costa dos Estados Unidos e do Caribe.

Comparativamente, uma temporada média registra cerca de 14 tempestades nomeadas, sete se tornando furacões e três alcançando grande intensidade. No entanto, o ano passado já apresentou três grandes furacões, incluindo o destrutivo Idalia, que atingiu a costa oeste da Flórida como um furacão de categoria 3.

Phil Klotzbach, líder da equipe de previsão da CSU, destacou que 2024 se assemelha a outras temporadas de furacões altamente ativas, com base em temperaturas do mar acima da média e a dissipação do padrão climático El Niño, que normalmente ajuda a dispersar as tempestades. Esses fatores indicam um cenário propício para a formação e intensificação dos furacões.

Diante dessas projeções, as comunidades costeiras e as autoridades de gestão de emergências são instadas a se prepararem adequadamente, implementando medidas de segurança e evacuação, além de reforçarem a infraestrutura para minimizar os impactos potenciais dessas tempestades. O monitoramento contínuo das condições atmosféricas e o acompanhamento das atualizações das previsões são essenciais para uma resposta eficaz diante da imprevisibilidade e da gravidade das tempestades que se aproximam.

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