9/24/2024 05:21:00 PM

O empresário Elon Musk se reuniu pela terceira vez com o presidente da Argentina, Javier Milei, nesta segunda-feira (23/09), em Nova York, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas. No encontro, Musk expressou interesse em investir e colaborar com o desenvolvimento econômico do país.
Em um vídeo compartilhado por Milei na rede social X, Musk aparece sorridente, vestindo um boné, enquanto cumprimenta o presidente argentino, sua irmã e secretária-geral da Casa Rosada, Karina Milei, o ministro da Economia, Luis Caputo, e outros membros do governo. Eles também posam para uma foto, fazendo o gesto de “jóia” com os polegares levantados.
Segundo a presidência da Argentina, a reunião abordou a agenda de desregulação econômica promovida por Milei, além da implementação de incentivos para atrair grandes investidores. O encontro também discutiu a aplicação do pacote de reformas econômicas aprovado pelo Congresso argentino no primeiro semestre, uma das principais bandeiras do governo de Milei.
Na manhã desta terça-feira (24/09), Musk reiterou seu interesse em apoiar o país, publicando em sua rede social: “Minhas empresas estão ativamente procurando maneiras de investir e apoiar a Argentina”. Musk é dono da rede social X e de várias outras empresas, como a Neuralink, voltada para chips cerebrais, a xAI, focada em inteligência artificial, e a Tesla, referência em veículos elétricos de alto desempenho.
Essa é a terceira vez que Musk e Milei se encontram desde que o presidente argentino assumiu o cargo, em dezembro do ano passado. Os dois vêm demonstrando admiração mútua, fortalecendo uma parceria estratégica. No último encontro, após o início de um conflito entre Musk e o ministro brasileiro Alexandre de Moraes, Milei manifestou apoio ao empresário, criticando o Judiciário do Brasil.
No início de setembro, em um evento conservador, Milei voltou a defender Musk, condenando qualquer tentativa de bloquear o acesso à rede social X. Segundo o presidente argentino, tais ações seriam compatíveis apenas com regimes autoritários, ao afirmar que o bloqueio visa “silenciar o espaço onde os cidadãos trocam livremente suas ideias”.
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