5/08/2025 01:18:00 PM

O Paquistão anunciou que suas forças armadas mataram entre 40 e 50 soldados indianos ao longo da fronteira com a Caxemira controlada pela Índia, conforme confirmado pelo Ministério da Informação do país. As autoridades paquistanesas destacaram que o ataque foi uma represália ao que consideraram um ataque indiano ao Punjab e à Caxemira administrada pelo Paquistão na manhã de quarta-feira (7).
O ministro da Informação do Paquistão, Attaullah Tarar, confirmou os números e acrescentou que as forças paquistanesas destruíram instalações militares indianas na chamada “fronteira de fato”. A declaração foi dada à Sky News, logo após os relatos iniciais dos ataques serem divulgados por outros meios de comunicação.
Como parte das retaliações, o Paquistão afirmou ter derrubado cinco jatos da Força Aérea Indiana e destruído diversos drones, embora o governo indiano não tenha se pronunciado oficialmente sobre essas alegações. As fontes de segurança paquistanesas também afirmaram que três dos aviões abatidos eram caças Rafale, adquiridos da França e considerados um dos principais ativos da Força Aérea Indiana.
Este episódio ocorre após a Índia lançar a “Operação Sindoor”, na noite de terça-feira (6), atacando alvos de infraestrutura “terrorista” tanto no Paquistão quanto na região da Caxemira controlada pelo Paquistão. A operação é vista como uma escalada significativa no já tenso relacionamento entre as duas potências nucleares.
O conflito aumentou após um ataque em abril na Caxemira controlada pela Índia, que resultou na morte de 26 pessoas, incluindo turistas. A Índia acusou o Paquistão de estar por trás do ataque, uma alegação que o governo paquistanês refutou.
A disputa entre Índia e Paquistão pela região da Caxemira, que ambos reivindicam integralmente, já gerou três guerras no passado e continua sendo uma das questões mais sensíveis entre as duas nações, que possuem arsenais nucleares.
A crescente escalada de violência entre os dois países coloca a região em um momento crítico, com temores de que o conflito possa se intensificar ainda mais.
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