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Trump vira destaque principal de celebração dos 250 anos dos EUA após série de cancelamentos de artistas


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deverá ser o principal destaque das comemorações pelos 250 anos da independência do país, após uma série de artistas cancelarem apresentações previstas para um grande evento no National Mall, em Washington.

A celebração faz parte da Grande Feira Estadual Americana, programada para ocorrer entre 25 de junho e 10 de julho de 2026. O evento contará com pavilhões representando os estados norte-americanos, exposições, atrações de entretenimento, brinquedos e espaços para apresentações musicais.

No entanto, a programação de shows sofreu mudanças após diversos artistas desistirem de participar. Entre os cancelamentos mais recentes está o do cantor Bret Michaels, vocalista da banda Poison, que afirmou não acreditar mais que a celebração mantenha o caráter apartidário inicialmente proposto.

Segundo informações publicadas pelo Washington Post, alguns artistas manifestaram preocupação com a associação do evento à figura de Trump, embora os organizadores não tenham detalhado oficialmente os motivos das desistências.

Danielle Alvarez, porta-voz da organização Freedom 250, responsável pela coordenação das festividades, afirmou que Trump participará da cerimônia de abertura marcada para 24 de junho. De acordo com ela, o presidente dará início às comemorações que marcam o quarto de milênio da fundação dos Estados Unidos.

Em publicação na rede Truth Social, Trump comentou os cancelamentos e sugeriu que os shows poderiam deixar de ser necessários caso novas desistências ocorram. O presidente afirmou que poderia substituir as apresentações musicais por um discurso próprio no National Mall.

A Freedom 250 é uma iniciativa criada em parceria entre a Casa Branca e entidades privadas para organizar os eventos comemorativos do 250º aniversário dos Estados Unidos em conjunto com agências federais.

Até o momento, não há confirmação sobre a contratação de novos artistas para substituir os que deixaram a programação, nem se a proposta de Trump de realizar um grande comício no lugar dos shows está sendo considerada pelos organizadores.

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