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Amanda Seyfried relata ameaça e diz ter precisado de segurança após polêmica envolvendo comentários sobre Charlie Kirk

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A atriz Amanda Seyfried, 40, falou recentemente sobre um período difícil que enfrentou após se manifestar publicamente sobre o ativista conservador Charlie Kirk, cofundador do movimento Turning Point USA, morto durante um evento em uma universidade no ano passado.

Em entrevista à edição britânica da revista GQ, a atriz relatou que precisou recorrer à segurança pessoal depois da repercussão negativa nas redes sociais causada por suas declarações sobre Kirk após a morte dele. Na ocasião, ela havia classificado o ativista como “odioso”.

“A, eu tenho o direito de expressar meus sentimentos, e B, de fazer isso de uma forma que não seja necessariamente maldosa”, avaliou a estrela de “Mamma Mia”. Ela também afirmou ter sentido o impacto do que descreveu como “ódio e impulso desproporcionais de atacar e destruir” presentes nas reações online. “De repente, me vejo com um guarda-costas no aeroporto e penso: ‘Isso é loucura’.”

Seyfried disse ainda que espera que seus filhos cresçam em um ambiente em que possam expressar suas opiniões com segurança, desde que isso não cause danos a outras pessoas.

Após a repercussão do caso, a atriz também foi alvo de críticas de setores conservadores, que interpretaram suas falas como uma possível justificativa para a morte de Kirk. Em resposta, ela se pronunciou no Instagram e reforçou sua posição ao afirmar:

“Estamos nos esquecendo das nuances da humanidade. Posso me indignar com a misoginia e a retórica racista, e ao mesmo tempo concordar plenamente que o assassinato de Charlie Kirk foi absolutamente perturbador e deplorável em todos os sentidos imagináveis. Ninguém deveria ter que passar por esse nível de violência”

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