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Trump volta a ser visto com marcas nas mãos durante reunião do G7

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ser fotografado com marcas visíveis em uma das mãos durante a cúpula do G7, realizada em Evian-les-Bains, na França.

As imagens foram registradas durante uma reunião de trabalho com líderes do grupo e representantes de países parceiros em investimentos internacionais. Ao longo de 2025, registros semelhantes já haviam sido observados em outras ocasiões, o que gerou especulações sobre o estado de saúde do presidente.

A Casa Branca já havia se manifestado anteriormente sobre o assunto. Em julho de 2025, a porta-voz Karoline Leavitt informou que exames realizados após episódios de inchaço nas pernas e hematomas nas mãos indicaram que Trump apresenta insuficiência venosa crônica, condição comum em pessoas acima dos 70 anos.

Segundo a mesma explicação oficial, os hematomas nas mãos seriam compatíveis com irritações causadas por apertos de mão frequentes e pelo uso contínuo de aspirina, utilizada como parte de um tratamento preventivo cardiovascular.

Em outra ocasião, em janeiro deste ano, Trump atribuiu uma marca na mão esquerda a um impacto contra uma mesa durante um evento na Suíça. Ele também afirmou que o uso diário de uma dose elevada de aspirina o torna mais suscetível ao aparecimento de hematomas.

Em entrevista ao Wall Street Journal, o presidente declarou fazer uso diário de 325 mg de aspirina, dosagem acima da normalmente recomendada para prevenção. Seu médico pessoal, Sean Barbabella, afirmou que o medicamento pode contribuir para a facilidade no surgimento dessas marcas.

Em agosto de 2025, Trump chegou a aparecer em público com maquiagem cobrindo sinais nas mãos durante um evento no Salão Oval. Na ocasião, a Casa Branca reiterou que as marcas estavam associadas ao uso de aspirina e à rotina intensa de compromissos oficiais, que envolvem contato frequente com outras pessoas.

Exames recentes

De acordo com o relatório médico mais recente divulgado pela Casa Branca em maio de 2026, Trump foi avaliado como estando em “excelente estado de saúde” e plenamente apto para exercer suas funções.

O documento também apontou recomendação de aumento da atividade física, continuidade da perda de peso e manutenção de cuidados preventivos. Além disso, registrou melhora no inchaço anteriormente observado nas pernas.

O relatório indicou ainda desempenho cognitivo considerado excelente, com pontuação máxima em teste de avaliação cognitiva, além de resultados normais em exames neurológicos e cardiovasculares.

Até o momento, não houve novo posicionamento oficial da Casa Branca sobre as imagens recentes registradas durante a cúpula do G7.

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