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Costa Rica prende “Diabo”, um dos criminosos mais procurados do país, após operação com troca de tiros

Operação policial na Costa Rica termina com a prisão de “Diabo”, apontado como líder de uma organização criminosa e alvo das autoridades há anos

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Uma operação de grande porte das forças de segurança da Costa Rica terminou nesta sexta-feira (24) com a prisão de Alejandro Arias Monge, conhecido como “Diabo”, apontado pelas autoridades como um dos criminosos mais procurados e influentes do país. A ação ocorreu na localidade de San Bernardino de Sarapiquí e mobilizou equipes especializadas no combate ao crime organizado.

A captura foi conduzida pelo Organismo de Investigação Judicial (OIJ), por meio da unidade responsável por investigações contra organizações criminosas, com participação de grupos táticos e atuação conjunta com o Ministério Público. As equipes chegaram ao local nas primeiras horas da manhã, por volta das 5h, e encontraram resistência armada por parte dos suspeitos, o que provocou um confronto com disparos.

Durante a operação, agentes judiciais ficaram feridos. Informações divulgadas apontam que entre quatro e cinco policiais precisaram de atendimento médico após a ação. Os oficiais foram socorridos por equipes de emergência e encaminhados para unidades de saúde. Também houve registros de outras pessoas feridas na área onde ocorreu a intervenção.

Além do principal alvo da operação, as autoridades prenderam outros integrantes do grupo criminoso. Entre os detidos estão suspeitos identificados pelos apelidos de “Tang” e “Coco”, que, segundo as investigações, ocupavam posições de destaque na organização.

Arias Monge era procurado há anos e é investigado por suposta liderança de uma estrutura criminosa ligada ao tráfico de drogas, assassinatos por encomenda, roubos e lavagem de dinheiro. As autoridades afirmam que o grupo mantinha atuação principalmente nas regiões Caribe e norte da Costa Rica, utilizando a proximidade com a fronteira da Nicarágua como uma possível rota para dificultar sua localização e prisão.

A importância da captura fez com que o caso ultrapassasse as fronteiras do país. O Departamento de Estado dos Estados Unidos, em parceria com a DEA e órgãos judiciais costarriquenhos, havia oferecido uma recompensa de até 500 mil dólares por informações que ajudassem na localização e prisão do criminoso.

Imagens divulgadas pelo OIJ registraram o momento da prisão de Alejandro Arias Monge. A detenção encerra uma longa busca pelo suspeito, que durante anos foi considerado uma das principais prioridades das autoridades de segurança da Costa Rica.

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