8/28/2026 09:39:00 PM
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Selena Gomez apresentou à Justiça uma reação ao processo que envolve a Wondermind, startup ligada à cantora, sua mãe, Mandy Teefey, e a ex-sócia Daniella Pierson. A defesa da artista tenta retirar seu nome da ação e sustenta que não há elementos que comprovem participação dela em qualquer prática fraudulenta.
A iniciativa partiu do advogado Mathew S. Rosengart, que protocolou um pedido para que as acusações contra Gomez sejam rejeitadas. Segundo a argumentação apresentada ao juiz, as alegações direcionadas à cantora são insuficientes e não demonstram uma conduta que justifique sua permanência no processo.
Em declaração à revista People, Rosengart classificou a inclusão da artista na disputa como injustificada. “os autores do processo jamais deveriam ter envolvido Selena Gomez, visto que as alegações contra ela são infundadas, para não dizer frívolas”. O advogado também afirmou: “A ideia de que Selena tenha cometido ‘fraude’ ou qualquer outra irregularidade é absurda”. Além de buscar o arquivamento das acusações, ele informou que pretende solicitar uma reparação às empresas pela inclusão de Gomez na ação.
A defesa também questiona a forma como as acusações foram apresentadas contra a produtora. No documento encaminhado ao tribunal, os argumentos são descritos como “vagas, generalizadas e contraditórias”. A petição afirma ainda que, diante dessas características, as alegações não atenderiam aos requisitos legais para sustentar a ação contra a cantora.
Segundo a versão apresentada pela defesa, a estrutura da Wondermind era conduzida principalmente por Mandy Teefey e Daniella Pierson, responsáveis pela fundação da empresa. Gomez teria apenas uma participação minoritária e foi convidada a atuar como consultora, ocupando a função de Diretora de Impacto (CIO). A administração cotidiana da companhia, conforme o documento, ficava sob responsabilidade de sua mãe e da cofundadora.
A disputa judicial começou no início de agosto, quando a Wondermind SRS 44 LLC e a Bespok Wonderming LLC moveram uma ação contra Gomez, Teefey e Pierson. As empresas acusam as envolvidas de terem apresentado de maneira enganosa informações relacionadas à estrutura, à liderança e aos recursos disponíveis para a startup.
Os autores afirmam ter colocado US$ 1,2 milhão na empresa em 2022. Segundo a acusação, o investimento ocorreu enquanto a companhia enfrentava dificuldades que não teriam sido devidamente reveladas. As empresas dizem que tomaram conhecimento da dimensão dos problemas posteriormente, após uma reportagem que reuniu relatos de antigos funcionários.
Agora, caberá à Justiça analisar os argumentos apresentados pela defesa de Gomez e decidir se as acusações contra a cantora permanecerão no processo.
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